Itens
309 resultadosRefeições
22Água fresca1 m.c.
Água limpa e potável servida imediatamente. Básica e essencial, de valor inestimável em regiões áridas ou assoladas por doenças.
Banquete nobre para 5 pessoas c/ bebidas e comidas variadas60 m.p.
Festim completo com pratos elaborados, carnes exóticas, doces requintados e vinhos selecionados para cinco pessoas. Reservado a ocasiões especiais de celebração e diplomacia.
Banquete para 5 pessoas c/ bebidas e comidas variadas20 m.p.
Refeição farta com variedade de pratos e bebidas para cinco pessoas. Adequado para celebrações e reuniões após missões bem-sucedidas.
Barril d’água (5 litros)5 m.c.
Barril de madeira selada contendo cinco litros de água potável. Essencial para viagens longas em regiões áridas e para abastecimento de embarcações.
Cesta de frutas3 m.c.
Variedade de frutas frescas da estação dispostas em cesta de vime. Popular como presente, provisão de viagem e complemento às refeições principais.
Condimentos (sal, alho, coentro, temperos diversos e etc)5 m.p.
Seleção de especiarias básicas para temperar alimentos no campo. O sal, em especial, é commodity de alto valor em regiões do interior.
Copo de vinho bom1 m.p.
Taça de vinho de safra selecionada, de sabor equilibrado e aroma agradável. Apreciado em tavernas de médio padrão por viajantes de posses moderadas.
Copo de vinho comum2 m.c.
Vinho de qualidade básica, muitas vezes azedo ou diluído, servido nas tavernas mais simples. A bebida alcoólica mais acessível e amplamente consumida em Tagmar.
Especiarias (azeite, vinagre, pimenta, alecrim, ervas finas e etc)20 m.p.
Coleção de temperos refinados para culinária de maior elaboração. Itens de importação em muitas regiões, seu custo reflete a distância percorrida até chegar ao mercado.
Grãos (500 gramas)6 m.c.
Meio quilo de grãos secos — trigo, centeio, cevada ou milho — para preparo de pão, mingau ou forragem animal. Alimento base da dieta de praticamente todas as camadas sociais.
Hortaliças e legumes2 m.c.
Variedade de vegetais frescos da estação para preparo de sopas, ensopados e acompanhamentos. Disponíveis em mercados urbanos e feiras rurais sazonais.
Insetos comestíveis preparados - fritos ou assados (150 gramas) – aranhas, escorpião, grilos, gafanhotos, larvas e etc.1 m.c.
Porção de insetos comestíveis preparados por fritura ou assado. Fonte proteica alternativa consumida em regiões específicas e por sobreviventes em situações extremas de campo.
Odre de vinho bom (1 litro)1 m.p.
Recipiente de couro contendo um litro de vinho de boa qualidade. Mais prático para viagem que garrafas de vidro, mantém o vinho por dias sem deterioração.
Odre de vinho comum (1 litro)1 m.p.
Litro de vinho comum em recipiente de couro para consumo em deslocamentos. O volume padrão de bebida por dia entre soldados e trabalhadores braçais.
Ração para animais (saco grande 40 kg de Feno) – uma semana para um cavalo4 m.c.
Saco de quarenta quilogramas de feno seco para alimentação de cavalos e animais de grande porte. Quantidade suficiente para suprir um cavalo adulto durante uma semana.
Ração para animais (saco médio de 20 kg) – 3 dias2 m.c.
Saco de vinte quilogramas de forragem mista para alimentação animal. Provisão para três dias de um cavalo ou uma semana de animais menores.
Ração Semanal (carne seca e queijo)3 m.p.
Conjunto de alimentos não perecíveis — carne salgada e seca, queijo curado — suficiente para uma semana de refeições básicas por pessoa. O padrão de provisão para aventureiros em expedição.
Refeição barata (moídos de frango e porco sem tempero ou peixe, pão e fruta)3 m.c.
Refeição simples de taberna — pão duro, moídos sem tempero ou peixe salgado, e fruta da estação. Sustenta sem prazer, mas custa pouco.
Refeição boa (carne bovina temperada e grãos)3 m.p.
Refeição de qualidade satisfatória com carne bovina temperada e grãos cozidos. O padrão de alimentação de aventureiros com recursos moderados.
Refeição cara (carne nobre bovina temperada, carnes exóticas, grãos e etc)5 m.p.
Refeição elaborada com cortes nobres, aves exóticas e acompanhamentos variados. Servida nos melhores estabelecimentos e reservada a quem pode pagar pelo privilégio.
Refeição Normal (carne de frango ou suína e etc. pouco temperada e grãos)5 m.c.
Refeição comum de taberna com carne de ave ou suína, grãos cozidos e tempero modesto. A alimentação cotidiana da maioria dos trabalhadores e viajantes.
Tonel de vinho comum (5 litros)4 m.p.
Barril de cinco litros de vinho simples, adequado para grupos e celebrações de taberna. A forma mais econômica de adquirir vinho em volume.
Animais
26Águia domesticada50 m.p.
Ave de rapina majestosa, difícil de adestrar mas de lealdade inabalável quando conquistada. Utilizada em caçadas a grandes presas e como símbolo de status entre nobres.
Boi10 m.p.
Animal de tração robusto, amplamente utilizado para arar campos e transportar cargas pesadas. Sua força é indispensável nas lavouras e fazendas do interior.
Búfalo20 m.p.
Grande bovídeo de força considerável, usado tanto como animal de tração quanto como fonte de alimento e couro. Adapta-se bem a terrenos pantanosos e úmidos.
Burro2 m.p.
Animal resistente e de temperamento teimoso, ideal para carregar cargas em terrenos acidentados. Consome menos que um cavalo e suporta jornadas longas com relativa facilidade.
Cabra/Bode5 m.p.
Pequeno animal doméstico criado para leite, carne e couro. De fácil manutenção, adapta-se bem a terrenos pedregosos e regiões áridas.
Canários1 m.p.
Pequenas aves canoras apreciadas por seu canto melodioso. Criadas em gaiolas como animais de estimação ou para ornamentação de residências nobres.
Cão comum-
Animal doméstico criado para companhia, guarda ou pastoreio. Não está disponível para venda direta — geralmente obtido por criação ou como presente.
Cão de raça (Alão)10 m.p.
Cão de grande porte, musculoso e de temperamento feroz. Usado para caçadas, guarda de propriedades e, eventualmente, em combate.
Cavalo Comum50 m.p.
Montaria versátil usada no cotidiano para deslocamentos e transporte moderado. Não possui treinamento especial de combate.
Cavalo de Carga75 m.p.
Animal robusto criado para transportar grandes volumes de mercadorias e equipamentos. Mais lento que cavalos de montaria, mas de resistência superior.
Cavalo de Guerra Leve20 m.o.
Montaria ágil e treinada para manobras de combate. Adequada para cavalaria ligeira, reconhecimento e ataques rápidos.
Cavalo de Guerra Pesado40 m.o.
Imponente animal treinado para suportar cavaleiros em armadura completa e avançar em formações de combate cerradas. Símbolo de prestígio e poder militar.
Cavalo treinado10 m.o.
Animal condicionado a obedecer comandos específicos para montaria especializada, como acrobacias ou trabalho em conjunto com seu cavaleiro.
Coelho10 m.c.
Pequeno animal doméstico criado principalmente para carne e pelagem. Sua reprodução veloz o torna uma fonte de alimento acessível em vilarejos rurais.
Corvo ou Pombo Treinado2 m.p.
Ave adestrada para o transporte de mensagens entre localidades. Corvos memorizam rotas complexas; pombos são mais rápidos em percursos conhecidos.
Galinha3 m.c
Ave doméstica criada amplamente em fazendas e quintais para ovos e carne. De fácil manutenção e reprodução constante.
Ganso/Pato1 m.p.
Aves aquáticas domésticas apreciadas pela carne, ovos e penas. Gansos são conhecidos por seu comportamento territorial e servem como alarme natural contra invasores.
Gato de Raça1 m.p.
Felino doméstico de linhagem selecionada, criado por nobres e comerciantes abastados. Excelente no controle de roedores em celeiros e depósitos.
Gavião domesticado30 m.p.
Ave de rapina adestrada para a caçada. Amplamente utilizada na falcoaria, arte nobre associada à aristocracia.
Lebre15 m.c.
Animal de pequeno porte, veloz e esquivo. Caçada como fonte de alimento e apreciada por sua pelagem macia.
Mula10 m.p.
Híbrido de cavalo e burro, robusto e resistente, ideal para transporte de carga em terrenos difíceis. Reconhecida pela teimosia e longevidade.
Ovelha/Carneiro20 m.p.
Animal doméstico criado principalmente por sua lã, carne e leite. A tosquia anual fornece matéria-prima para tecidos e vestimentas.
Pônei40 m.p.
Cavalo de pequeno porte, robusto e dócil, adequado para crianças e povos de estatura menor. Capaz de carregar cargas proporcionalmente grandes para seu tamanho.
Pônei de guerra leve75 m.p.
Pônei treinado para combate, ágil e resistente. Utilizado por raças de menor estatura em situações de batalha.
Porco10 m.p.
Animal onívoro criado em fazendas pela carne, banha e couro. Consome restos alimentares com facilidade, tornando sua criação economicamente vantajosa.
Vaca30 m.p.
Bovino doméstico criado principalmente pela produção leiteira e como fonte de carne e couro. Animal essencial para a subsistência de comunidades rurais.
Instrumentos Musicais
18Alaúde30 m.p.
Instrumento de cordas dedilhadas de corpo bojudo e braço encurvado, favorito de bardos em tavernas e cortes. Seu som caloroso é ideal para baladas e canções épicas.
Apito1 m.c.
Pequeno instrumento de sopro que emite sons agudos com facilidade. Usado por guardas para alarmes, por pastores para comandar rebanhos e por bardos em ritmos simples.
Atabaque6 m.c.
Tambor cilíndrico alto de origem tribal, percutido com as mãos. Produz graves profundos usados em rituais, danças e marchas de guerra.
Balalaica12 m.p.
Instrumento de cordas triangular de origem folclórica, com som brilhante e percussivo. Popular em festas populares e celebrações rurais.
Bandolim20 m.p.
Instrumento de cordas duplas em pares, de corpo pequeno e som vibrante. Versátil e portátil, é companheiro frequente de viajantes e artistas itinerantes.
Banjo10 m.p.
Instrumento de cordas com caixa de ressonância circular recoberta de couro. Seu timbre metálico e rítmico é associado a músicas populares e festas campestres.
Berrante1 m.p.
Chifre longo e curvo de gado usado como instrumento de sopro em festas rurais. Seu som alcança grandes distâncias em campo aberto.
Chocalho3 m.c.
Pequeno instrumento de percussão com sementes ou pedras no interior. Simples e portátil, usado para marcar ritmos em danças e cerimônias.
Clarineta3 m.p.
Instrumento de sopro de madeira com palheta simples, capaz de grande expressividade melódica. Exige treino considerável para produzir seu som característico.
Flauta de madeira12 m.c.
Instrumento de sopro transversal de madeira, de timbre suave e agradável. Comum entre bardos iniciantes por seu baixo custo e portabilidade.
Flauta longa de metal3 m.p.
Flauta de metal de maior extensão, com alcance tonal mais amplo. Produz som mais brilhante e projetado, adequado para performances em grandes salões.
Gaita6 m.p.
Instrumento de câmara de ar capaz de produzir melodia e bordão simultaneamente. Associada a músicos de rua e festas populares em vilarejos.
Harpa50 m.p.
Instrumento de cordas verticais de grande extensão musical, símbolo da arte sacra e da nobreza. Seu som etéreo é frequentemente associado a divindades e cerimônias religiosas.
Pandeirola5 m.c.
Aro de madeira com peles tensionadas e platinelas metálicas que repicam ao ser sacudido. Comum em danças populares e músicas de celebração.
Rabeca8 m.p.
Instrumento de cordas friccionadas por arco, ancestral do violino. De timbre rústico e expressivo, amplamente usado em músicas folclóricas e festas rurais.
Sino2 m.c.
Instrumento de percussão de metal fundido que ressoa ao ser golpeado. Usado em templos para marcar horas sagradas e como sinal em torres e muralhas.
Tambor1 m.p.
Instrumento de percussão de caixa cilíndrica com peles tensionadas em ambas as faces. Usado em marchas militares, rituais tribais e performances musicais.
Triângulo de metal3 m.c.
Instrumento de percussão formado por barra de metal dobrada em triângulo aberto, percutida por vareta metálica. Produz som cristalino e penetrante em conjuntos musicais.
Miscelâneas
96Alforje grande p/ montaria12 m.p.
Bolsas de couro de grande capacidade fixadas aos flancos da montaria para transporte de equipamentos e provisões. Essencial para longas jornadas a cavalo.
Algemas1 m.p.
Grilhões de metal projetados para imobilizar os pulsos de prisioneiros. Resistentes o suficiente para reter humanos comuns, fecham com chave específica.
Algibeira (500 g)1 m.p.
Pequena bolsa de couro ou tecido usada para carregar moedas, joias ou itens de pequeno porte próximo ao corpo. Discreta e prática para uso cotidiano.
Aljava5 m.p.
Estojo cilíndrico de couro ou madeira para transporte de flechas. Mantém os projéteis organizados e protegidos para uso rápido em combate.
Ampulheta8 m.p.
Instrumento de medição de tempo formado por dois bulbos de vidro pelos quais escorre areia em intervalo predeterminado. Indispensável para mágicos, alquimistas e navegadores.
Artesanato3 m.c.
Obras diversas produzidas por artesãos locais — cerâmica, tapeçaria, estatuetas e similares. Seu valor varia conforme a qualidade e a origem do produtor.
Bacia para banho5 m.c.
Recipiente largo e raso de madeira ou metal para higiene corporal. Encontrada em estalagens e lares como alternativa a banhos em rios e fontes.
Bainha para punhais e espadas12 m.c.
Estojo de couro trabalhado para transporte seguro de lâminas na cintura ou nas costas. Protege tanto o portador quanto o fio da arma.
Balança12 m.p.
Instrumento de medição de peso com dois pratos suspensos em braços equilibrados. Usada por comerciantes, alquimistas e cambistas para aferição precisa.
Barras de Ferro Bruto10 m.p.
Lingotes de ferro não refinado usados como matéria-prima para forja. Comercializados por ferreiros e mercadores de metais para fabricação de armas e ferramentas.
Baú c/ hastes de metal2 m.p.
Baú de armazenagem reforçado com hastes e dobradiças metálicas, resistente a arrombamentos simples. Adequado para guardar pertences valiosos em viagens longas.
Baú de madeira (até 10 kg)5 m.p.
Caixote de madeira com tampa e fechadura simples, adequado para transporte de documentos, roupas e itens frágeis até dez quilogramas.
Baú de madeira grande (até 20 kg)10 m.p.
Versão maior do baú de madeira, com reforços adicionais para cargas de até vinte quilogramas. Comum em armazéns e residências para estocagem de provisões.
Bengalas e raquete para neve (par)5 m.p.
Bastões de apoio acompanhados de raquetes que distribuem o peso sobre a superfície gelada. Essencial para deslocamentos em regiões montanhosas no inverno.
Bijuterias e penduricalhos (unidade)2 m.c.
Ornamentos simples de metal comum, vidro colorido ou osso usados para adorno pessoal. Populares entre todas as classes sociais como forma de expressão.
Cachimbo3 m.c.
Utensílio para fumar folhas de fumo, geralmente confeccionado em madeira ou cerâmica. Símbolo de relaxamento e contemplação, comum em tavernas e reuniões informais.
Cadeado grande3 m.p.
Dispositivo de travamento robusto de metal, resistente a ferramentas comuns de arrombamento. Usado para proteger portões, armazéns e baús de valor elevado.
Cadeado médio1 m.p.
Cadeado de porte intermediário, adequado para portas internas, malas e caixas de valor moderado. Oferece segurança razoável contra ladrões sem treinamento especializado.
Cadeado pequeno8 m.c.
Pequeno cadeado de uso cotidiano para bolsas, gavetas e portas de baixa segurança. Dissuade curiosos, mas não ladrões determinados.
Cama de palha1 m.p.
Leito rudimentar formado por colchão de palha seca sobre suporte de madeira. O tipo de cama mais básico encontrado em estalagens baratas e alojamentos militares.
Caneca de madeira2 m.c.
Recipiente de madeira torneada usado para bebidas. Resistente a quedas e de longa durabilidade, é o utensílio mais comum em tabernas e acampamentos.
Cantil (1 litro)6 m.c.
Recipiente portátil de metal, couro ou madeira para transporte de água ou bebidas em viagem. Capacidade de um litro, suficiente para algumas horas de deslocamento.
Canudo de respiração para mergulho12 m.c.
Tubo oco de cana ou metal que permite respirar próximo à superfície da água. Usado por mergulhadores e aqueles que precisam se ocultar em corpos d'água rasos.
Cola natural1 m.p.
Substância adesiva extraída de resinas vegetais ou ossos animais cozidos. Usada por artesãos e aventureiros para reparos rápidos em equipamentos.
Coleira de couro8 m.c.
Coleira simples de couro curtido usada em animais domésticos de pequeno e médio porte. Permite prender uma correia ou trela para guiar o animal.
Coleira de metal2 m.p.
Coleira robusta de argolas ou placas metálicas para animais de grande porte. Resiste à força de animais poderosos que uma coleira de couro não suportaria.
Componentes místicos10 m.p.
Conjunto de ingredientes raros necessários para a execução de magias — pó de osso, ervas sagradas, cristais e símbolos gravados. Consumidos no ato de conjuração.
Corda (20 metros)1 m.p.
Corda de fibra natural de vinte metros, resistente o suficiente para suportar o peso de um ser humano adulto. Ferramenta essencial para qualquer aventureiro.
Corda trançada (50 metros)8 m.p.
Corda de alta resistência de cinquenta metros, trançada em múltiplas fibras para maior durabilidade. Adequada para escaladas, armadilhas e operações de longo alcance.
Corrente de metal (5 metros)3 m.p.
Corrente de elos de ferro com cinco metros de comprimento. Usada para acorrentar prisioneiros, prender animais e construir armadilhas simples.
Corrente de metal grossa (5 metros)5 m.p.
Corrente de elos de ferro de maior calibre, resistente a ferramentas básicas de corte. Empregada em portas reforçadas, grilhões de criaturas poderosas e amarração de embarcações.
Entram nesta lista todos os itens de uso geral. Com exceção de alguns poucos, os itens mostrados na tabela a seguir são facilmente encontrados em qualquer lugar. Água abençoada (250 ml) Causa 1 de dano na EF ou 4 na EH, reduz em 1 a RM "não acumula". Funciona contra demônios e mortos vivos. Este item é feito por Sacerdotes com a magia Sagração. Alforje3 m.p.
Água purificada e consagrada por sacerdotes através da magia Sagração. Causa dano a demônios e mortos-vivos ao contato, tornando-a arma discreta e valiosa contra criaturas das trevas.
Escada de madeira de 10 metros2 m.p.
Escada portátil de dez metros confeccionada em madeira resistente. Facilita o acesso a muros, árvores altas e janelas de andares superiores.
Escada de madeira de 5 metros1 m.p.
Escada portátil de cinco metros em madeira reforçada. Versão menor e mais fácil de transportar que a escada de dez metros.
Espelho de cobre1 m.p.
Superfície polida de cobre que produz reflexo com leve tonalidade avermelhada. Usado para higiene pessoal, sinalização e detecção de armadilhas em corredores.
Espelho de prata10 m.p.
Espelho de alta qualidade com superfície prateada de reflexo fiel e nítido. Artigo de luxo com propriedades interessantes no trato com certas criaturas sobrenaturais.
Estopa1 m.c.
Fibra grosseira de linho ou cânhamo usada como material de vedação, polimento e curativo improvisado. Comum em armazéns, barcos e oficinas de ferreiro.
Fechadura complexa5 m.p.
Dispositivo de fechamento de alta precisão com mecanismo interno labiríntico. Requer ferramentas especializadas e perícia considerável para ser aberto sem a chave.
Fechadura normal1 m.p.
Fechadura de funcionamento padrão com mecanismo de pinos simples. Oferece segurança adequada contra arrombamentos não especializados.
Fechadura simples5 m.c.
O mais básico dos mecanismos de fechamento, com apenas um ou dois pinos internos. Qualquer ladrão com treinamento básico consegue abri-la rapidamente.
Feno (10 kg)1 m.c.
Forragem seca de gramíneas colhidas e armazenadas para alimentação animal. Dez quilogramas representam a ração diária básica para um cavalo adulto.
Ferradura para neve8 m.p.
Ferradura especial com saliências que oferecem melhor aderência em superfícies geladas e nevadas. Indispensável para montarias em regiões de inverno rigoroso.
Flores2 m.c.
Flores frescas ou secas usadas para ornamentação, oferendas religiosas e comunicação de afeto. Seu valor varia conforme a raridade e a sazonalidade da espécie.
Frasco de cerâmica5 m.c.
Recipiente de cerâmica com tampa vedada para armazenar líquidos e unguentos. Frágil, mas de baixo custo e fácil substituição.
Frasco de coco3 m.c.
Recipiente natural feito de casca de coco esvaziada e reforçada. Leve e resistente a impactos, frequentemente usado por viajantes em regiões tropicais.
Frasco de metal8 m.p.
Recipiente metálico resistente e hermético para transporte de líquidos valiosos ou perigosos. Mais durável que vidro ou cerâmica, suporta condições adversas de viagem.
Frasco de vidro5 m.p.
Recipiente de vidro soprado para armazenar poções e líquidos que não devem entrar em contato com metais. Transparente, permite verificar o conteúdo sem abrir.
Fumo (300 g)3 m.c.
Folhas de tabaco processadas e curadas para uso em cachimbos. Apreciado por viajantes como forma de relaxamento após longas jornadas.
Funil6 m.c.
Utensílio cônico com tubo estreito que facilita o derramamento de líquidos em recipientes de boca pequena. Ferramenta cotidiana de alquimistas, boticários e taberneiros.
Gaiola para pássaros3 m.c.
Estrutura de arame ou vime para confinamento e transporte de aves pequenas. Usada por criadores, comerciantes de animais e aqueles que mantêm pássaros como estimação.
Gancho4 m.p.
Peça de metal curvada usada para pendurar objetos, prender cordas e realizar escaladas simples. Item de múltiplos usos em acampamentos e explorações.
Gancho de três pontas10 m.p.
Gancho com três pontas divergentes que se prendem firmemente em bordas e frestas. Lançado com corda, é o principal instrumento de escalada de muros e penhascos.
Giz de cera (10 unidades)5 m.c.
Bastões de cera colorida usados para marcar pedras, paredes e superfícies rugosas. Útil para marcar rotas em masmorras e sinalizações temporárias.
Incensos (10 unidades)3 m.c.
Bastões de resina aromática que, quando queimados, produzem fumaça perfumada. Usados em rituais religiosos, meditação e para encobrir odores desagradáveis.
Lamparina a óleo (100 ml, 4 horas, ilumina 3 m² lugar fechado )12 m.c.
Lamparina alimentada por óleo que queima por até quatro horas iluminando área de três metros quadrados. Mais eficiente que velas para uso prolongado em interiores.
Lamparina a vela (1 h, 3 m² lugar fechado)5 m.c.
Pequena lamparina que sustenta uma vela, iluminando área reduzida por cerca de uma hora. Portátil e de baixo custo, é alternativa às tochas em ambientes fechados.
Lanterna a óleo (1 L = 48 horas)5 m.p.
Lanterna de metal com visor de vidro que consome um litro de óleo em até quarenta e oito horas. Resistente ao vento e à chuva, é o item de iluminação mais eficiente ao ar livre.
Lanterna direcional8 m.p.
Lanterna com espelho refletor interno que concentra a luz em feixe direcional. Usada para sinalização, reconhecimento noturno e iluminação de alvos à distância.
Leque5 m.c.
Acessório dobrável de papel, tecido ou penas usado para ventilar o rosto. Além do conforto em dias quentes, é objeto de comunicação social em círculos nobres.
Leque ornamentado8 m.p.
Leque de materiais nobres — marfim, madrepérola ou seda bordada — com decoração intrincada. Artigo de luxo que denota status e refinamento em cortes e festas aristocráticas.
Maca6 m.p.
Armação portátil de lona tensionada entre dois varões de madeira para transporte de feridos. Equipamento padrão de grupos de resgate e unidades médicas militares.
Mochila de Aventureiro (50 kg)12 m.p.
Mochila robusta de couro reforçado com múltiplos compartimentos e alças acolchoadas, suportando até cinquenta quilogramas. A escolha definitiva para expedições longas e pesadas.
Mochila de Couro (10 kg)12 m.c.
Mochila de couro curtido de capacidade moderada para transporte de equipamentos básicos. Resistente e durável para o uso cotidiano de viajantes.
Mochila de pano fivelada (5kg)10 m.c.
Mochila leve de lona com fivelas de metal, adequada para cargas de até cinco quilogramas. Opção econômica para viajantes que precisam de pouca capacidade.
Mochila grande (20 kg)5 m.p.
Mochila de grande volume com estrutura reforçada para cargas de até vinte quilogramas. Adequada para provisões de expedições de média duração.
Mochila para provisões (5 kg)6 m.c.
Mochila compacta projetada para transporte de alimentos e água. Mantém os suprimentos organizados e acessíveis durante deslocamentos.
Navalha1 m.p.
Lâmina dobrável de aço afiado usada para raspagem de pelos e cabelos. Ferramenta de higiene pessoal que pode servir como arma de emergência em situações desesperadas.
Odre 1 L6 m.c.
Recipiente flexível de couro impermeabilizado para transporte de água ou bebidas. Leve e compacto quando vazio, preferido sobre cantis metálicos por pastores e soldados.
Óleo de lanterna (500 ml, dura 24 h)1 m.p.
Óleo mineral refinado para uso em lanternas e lampiões. Quinhentos mililitros mantêm uma lanterna acesa por até vinte e quatro horas de uso contínuo.
Papiro (unidade)3 m.c.
Folha de material escriptório feita de tiras entrelaçadas de planta aquática, usada para escrita de documentos e mapas. Mais frágil que o pergaminho, porém mais acessível.
Pederneiras5 m.c.
Par de pedras usadas para produzir faíscas e acender fogo. O método mais confiável e portátil de fazer fogo em campo aberto.
Pena e tinta5 m.p.
Conjunto de pena de ave cortada em ponta e frasco de tinta para escrita. Ferramenta básica de escribas, comerciantes e qualquer pessoa que precise registrar informações.
Pergaminho (unidade)8 m.p.
Folha de couro animal tratado e esticado para uso como material de escrita. Mais durável que o papiro, usado para documentos importantes, contratos e registros mágicos.
Pítons para alpinismo (10 unidades)5 m.p.
Estacas metálicas de ponta afilada cravadas em fendas de rocha para ancoragem de cordas durante escaladas. Vendidos em conjuntos de dez, são equipamento padrão de exploradores.
Porta mapas3 m.c.
Tubo cilíndrico de couro ou metal com tampa vedante para proteção de mapas e documentos enrolados. Impede que chuva e umidade danifiquem registros cartográficos valiosos.
Rédeas para cães puxadores de Trenó3 m.p.
Conjunto de arreios e guias projetado para atrelar cães de tração a trenós. Distribui o esforço uniformemente entre os animais durante longas travessias em neve.
Remos2 m.p.
Par de pás de madeira usadas para propulsão manual de embarcações. Fabricadas em madeira resistente para suportar esforço contínuo em correntes e ventos adversos.
Repelente vegetal2 m.p.
Substância extraída de ervas e resinas com odor que afasta insetos e pequenos animais. Essencial em regiões pantanosas e florestas tropicais infestadas de pragas.
Saco de dormir12 m.c.
Cobertor tubular acolchoado que envolve completamente o corpo durante o sono. Protege do frio e da umidade em acampamentos ao ar livre.
Saco grande (5 kg)5 m.c.
Saco de tecido ou couro resistente com capacidade para cinco quilogramas de carga. Versátil para transporte de grãos, ferramentas e itens de formas irregulares.
Saco pequeno (1,5 kg)2 m.c.
Pequeno saco de tecido para transporte de itens de menor volume — moedas, joias e ervas. Fácil de esconder sob a roupa.
Sementes para plantio (diversos)1 m.p.
Coleção de sementes de diferentes culturas — grãos, legumes e ervas — para estabelecimento de roças e jardins. Quantidade suficiente para plantio em pequena área.
Símbolo sagrado de ferro1 m.p.
Representação da divindade padroeira forjada em ferro simples. Usado por sacerdotes e devotos como foco de poder espiritual e proteção.
Símbolo sagrado de madeira2 m.c.
Símbolo religioso entalhado em madeira considerada sagrada pela ordem. Leve e acessível, é o mais comum entre peregrinos e fiéis de recursos modestos.
Símbolo sagrado de ouro80 m.p.
Símbolo sagrado confeccionado em ouro, reservado a sacerdotes de alta hierarquia e templos importantes. Representa o prestígio e a riqueza da ordem religiosa.
Símbolo sagrado de prata8 m.p.
Símbolo sagrado em prata, associado a devoção e status. A prata possui propriedades protetoras contra certas criaturas das trevas.
Tábuas de Madeira comum6 m.c.
Pranchas de madeira de espécie comum usadas em construção, reparos e improvisação de estruturas temporárias. Material básico da carpintaria cotidiana.
Tábuas de Madeira maciça12 m.c.
Pranchas de madeira densa de alta durabilidade usadas em estruturas permanentes e móveis de qualidade. Resistem melhor à umidade e ao peso que a madeira comum.
Tábuas de pedra8 m.p
Lâminas de pedra lapidadas usadas para escrita permanente e revestimento de pisos. Mais duráveis que qualquer material de origem orgânica.
Tábuas de pedra nobre30 m.p.
Lâminas de pedra de alta qualidade — mármore, granito ou calcário polido — para construção ornamental e registros de importância histórica. Associadas a monumentos e templos.
Tochas (10 uni. Dura 1 hora)2 m.p.
Bastões de madeira com ponta embebida em resina combustível que iluminam área de três a cinco metros por até uma hora. Vendidas em pacotes de dez.
Travesseiro de penas de ganso8 m.p.
Almofada macia recheada de penas de ganso, oferecendo conforto superior durante o sono. Artigo de luxo em acampamentos e estalagens de baixo padrão.
Utensílios de cozinha12 m.p.
Conjunto de panelas, caçarolas, talheres e facas para preparação de alimentos. Indispensável para grupos que cozinham em fogueiras e fogões de campo.
Utensílios de limpeza8 m.p.
Conjunto de vassouras, esfregonas, baldes e panos para higiene de ambientes. Usado por tavernas, estalagens e residências para manutenção das instalações.
Vela (10 uni.)1 m.p.
Cilindros de cera com pavio central que fornecem luz suave por algumas horas. Vendidas em grupos de dez, são a fonte de iluminação mais comum em residências e estalagens.
Velas coloridas para ritual (10 uni.)3 m.p.
Velas de cera tingida em cores específicas para uso em rituais mágicos e religiosos. Cada cor corresponde a um aspecto ou divindade, amplificando o foco da cerimônia.
Estalagens
7Aluguel de uma Casa Confortável10 m.p.
Residência mobiliada de boa qualidade disponível para aluguel por períodos prolongados. Adequada para aventureiros abastados que precisam de base de operações duradoura numa cidade.
Aluguel de uma Casa Simples45 m.p.
Moradia modesta disponível para locação mensal. Oferece abrigo básico sem mobiliário de qualidade, adequada para quem busca economia durante uma estadia prolongada.
Hospedagem barata (individual)3 m.c.
Quarto simples com cama de palha e cobertura básica. O mínimo de conforto para uma noite de descanso em viagem.
Hospedagem boa (banho e cama de casal)1 m.p.
Acomodação confortável incluindo cama de casal e acesso a banho aquecido. Opção popular entre mercadores e viajantes de posses moderadas.
Hospedagem coletiva (10 pessoas)1 m.c.
Alojamento em dormitório compartilhado, com camas simples e pouca privacidade. Solução econômica para grupos numerosos ou soldados em deslocamento.
Hospedagem média (individual com banho)5 m.c.
Quarto individual com cama de qualidade razoável e direito a banho. O equilíbrio entre custo e conforto preferido pela maioria dos aventureiros.
Hospedagem nobre (cama de casal, banho e serviçal)5 m.p.
Suíte com cama de casal, banho privativo e serviçal pessoal disponível. Reservada a nobres, diplomatas e viajantes de grande fortuna.
Gemas e Pedras Preciosas
7Âmbar, Quartzo, ObsidianaRotineiro1 m.p.
Pedras de origem mineral e orgânica. O âmbar preserva insetos e vegetais em seu interior; o quartzo é usado em rituais; a obsidiana forma lâminas de corte afiado.
Ametista, Topázio, Granada, CitrinoFácil5 m.p.
Pedras semipreciosas de coloração variada — púrpura, amarela, vermelha e alaranjada — amplamente usadas em joalheria popular. De valor moderado, são acessíveis a comerciantes e artesãos abastados.
Diamante VermelhoImpossível500 m.o.
Raridade extrema entre as pedras preciosas, apreciada por sua coloração profunda e brilho incomparável. Símbolo de riqueza e poder, raramente encontrada no mercado aberto.
Opala Preta, Perola Negra, TurmalinaDificil50 m.p.
Pedras de coloração escura e reflexos iridescentes, associadas ao misticismo e à elegância sombria. Cobiçadas por colecionadores e joalheiros de alto padrão.
Perola, Opala, Agua MarinhaMédio20 m.p.
Pedras de tons suaves e aparência translúcida, simbolizando pureza e serenidade. Muito usadas em joias e adornos sacerdotais.
Rubi e DiamanteAbsurdo50 m.o.
As mais cobiçadas entre as pedras preciosas clássicas — o rubi pela profundidade de seu vermelho intenso, o diamante pela pureza e dureza incomparáveis. Reservadas a joias reais e artefatos sagrados.
Turmalina Bicolor, Safira, EsmeraldaMuito Dificil20 m.o.
Gemas de alto valor conhecidas por suas cores vivas. A turmalina bicolor exibe duas tonalidades numa única pedra; safiras e esmeraldas são símbolos de realeza em todo Tagmar.
Armas
47Transportes
15Barcaça escravista45 pessoas + carga400 m.o.
Embarcação de fundo chato projetada para transporte de grande número de pessoas acorrentadas ou cargas volumosas em rios e costas protegidas. Lenta, mas de grande capacidade.
Barco a remo2 pessoas10 m.o.
Pequena embarcação de madeira propulsionada a remos, adequada para travessias de rios e lagos calmos com dois a quatro ocupantes.
Barco grande a remo4 pessoas + carga20 m.o.
Embarcação de remo de maior porte, capaz de transportar mais carga e tripulação. Adequada para rios de maior largura e travessias costeiras curtas.
Canoa1 pessoa + carga10 m.p.
Embarcação estreita e leve escavada em tronco único, propulsionada por remos simples. Ágil em rios e riachos estreitos, mas instável em águas agitadas.
Canoa de troncos1 pessoa5 m.p.
Canoa rústica de grande porte construída com troncos unidos, de capacidade maior que a canoa simples. Utilizada por comunidades ribeirinhas para transporte de carga.
Canoa longa2 pessoas + carga50 m.p.
Canoa alongada propulsionada por múltiplos remadores em fileiras. Rápida e capaz de navegação costeira em condições favoráveis.
Caravela60 pessoas + carga500 m.o.
Embarcação de vela de médio porte com casco alto e velas latinas, adequada para navegação oceânica e expedições de longo alcance. Emblema da exploração marítima.
Carro de boi2 pessoas + carga 2 TON20 m.p.
Veículo de carga de duas rodas puxado por bois, amplamente usado no transporte de mercadorias pesadas em estradas rurais. Lento mas de capacidade considerável.
Carroça4 pessoas + carga 1,5 TON40 m.p.
Veículo de quatro rodas puxado por cavalos ou mulas para transporte de carga e passageiros em estradas estabelecidas. O meio de transporte terrestre mais comum em Tagmar.
Carruagem (p/2 cavalos)6 pessoas20 m.o.
Veículo fechado e confortável puxado por dois cavalos, usado por mercadores e nobres para deslocamentos entre cidades. Oferece proteção contra intempéries e velocidade razoável.
Carruagem pesada (p/4 cavalos)6 pessoas + carga 3 TON40 m.o.
Carruagem de grande porte puxada por quatro cavalos, capaz de transportar mercadorias valiosas ou contingentes de passageiros com bagagem volumosa.
Charrete rápida (p/2 cavalos)2 pessoas10 m.o.
Veículo leve e aberto de duas rodas puxado por dois cavalos velozes. Prioriza velocidade em detrimento de capacidade de carga, ideal para mensageiros e deslocamentos urgentes.
Galera pequena15 pessoas + carga100 m.o.
Embarcação de remo com complemento de vela para navegação costeira e fluvial. Versátil em condições variadas de vento e corrente.
Trenó p/ 10 cachorros1 pessoa + carga10 m.p.
Veículo deslizante sobre patins de madeira puxado por dez cães de tração. Essencial para deslocamentos rápidos em neve compactada em regiões de inverno rigoroso.
Veleiro pequeno8 pessoas + carga50 m.o.
Embarcação à vela de pequeno porte para navegação costeira e lacustre. Pode ser operada por um a dois marinheiros e oferece autonomia moderada em condições favoráveis de vento.
Residências
14Barraca de Lona (1 pessoa)5 m.p.
Abrigo portátil de lona impermeabilizada para uma pessoa, armado com varões e estacas. Proteção básica contra chuva e vento em acampamentos de curta duração.
Casa confortável (5 cômodos)50 m.o.
Residência de cinco cômodos com mobiliário de qualidade e estrutura sólida. Adequada para famílias de classe média — artesãos estabelecidos e comerciantes.
Casa de ofício (Galpão, com 1 cômodo extra)25 m.o.
Imóvel misto com espaço amplo para trabalho — forja, oficina ou armazém — e um cômodo habitacional anexo. Ideal para artesãos que trabalham e moram no mesmo local.
Casa grande (10+ cômodos)100 m.o.
Residência ampla de dez ou mais cômodos com sala de banquetes e alojamentos para serviçais. Propriedade de mercadores ricos, nobres menores e funcionários de alta hierarquia.
Casa simples (3 cômodos)12 m.o.
Moradia modesta de três cômodos com estrutura básica e pouco mobiliário. O tipo de habitação mais comum entre camponeses, artesãos simples e trabalhadores urbanos.
Castelo Grande 1000m² x 10km²100.000 m.o.
Complexo fortificado de grande escala com muralhas, torres, pátio interno e salões em terreno de dez quilômetros quadrados. Centro de poder político e militar de uma região.
Castelo pequeno 500m² x 4km²25.000 m.o.
Fortaleza de médio porte com muralhas e torres em terreno de quatro quilômetros quadrados. Sede de senhores locais e famílias nobres de influência regional.
Choupana (2 cômodos)40 m.p.
Habitação rústica de dois cômodos com paredes de barro e telhado de palha. O tipo mais básico de moradia permanente, típico de camponeses pobres e trabalhadores rurais.
Farol1000 m.o.
Torre alta de pedra na costa ou em posição elevada, equipada com sistema de iluminação permanente para orientação de navegadores e viajantes noturnos.
Fortaleza10.000 m.o.
Complexo defensivo de grande escala com muralhas espessas, fosso e torres de guarda múltiplas. Capaz de resistir a longos cercos e abrigar contingentes militares numerosos.
Forte2.000 m.o
Instalação militar de médio porte com paliçada ou muralha baixa, adequada para guarnecer fronteiras e pontos estratégicos. Comporta uma guarnição de tamanho moderado.
Muralha (50 metros)50 m.o.
Parede defensiva de pedra de cinquenta metros de extensão, com parapeitos e caminhos de ronda. Seção básica de fortificação para proteção de assentamentos e posições estratégicas.
Tenda (4 pessoas)10 m.p.
Abrigo portátil de tecido impermeabilizado para até quatro pessoas. Alojamento padrão de expedições militares e grupos de exploração.
Torreão5.000 m.o.
Torre isolada de pedra com múltiplos andares, usada como posto de vigia, prisão ou residência defensiva. Pode servir como ponto de observação estratégico ou habitação de última linha.
Vestimentas
28Cachecol de lã4 m.c.
Faixa longa de lã tecida usada para proteger o pescoço e a face do frio. Item essencial para viagens em regiões montanhosas e estações frias.
Capa3 m.c.
Manto comprido sem mangas que cobre os ombros e as costas até os joelhos. Prático para proteger da chuva e do vento, usado por viajantes de todas as condições sociais.
Capa Longa6 m.c.
Versão estendida da capa, cobrindo o corpo do pescoço aos pés. Oferece proteção superior às intempéries e pode ocultar equipamentos e armas sob suas dobras.
Casaco de lã6 m.c.
Vestimenta de corpo inteiro confeccionada em lã grossa para uso em climas frios. Resiste à umidade e mantém o calor corporal mesmo levemente molhado.
Chapéu de Palha2 m.c
Chapéu de abas largas trançado com palha seca, proteção básica contra o sol em trabalhos agrícolas e viagens em regiões abertas. Leve e de fácil substituição.
Cinto2 m.c.
Faixa de couro ou tecido usada para ajustar vestimentas ao corpo e suportar armas e bolsas. Item básico do vestuário cotidiano em todas as classes sociais.
Cinto multiuso1 m.p.
Cinto de couro reforçado com múltiplos ganchos, argolas e compartimentos para fixação de ferramentas, armas e bolsas. Favorito de aventureiros pela praticidade.
Cobertor8 m.c.
Manta grossa de lã ou tecido acolchoado para proteção térmica durante o sono. Indispensável em acampamentos e complemento ao saco de dormir em condições extremas.
Manta de carneiro1 m.p.
Pelagem de carneiro com lã ainda presa ao couro, de excepcional propriedade isolante. Usada como cobertura ou casaco improvisado em condições de frio extremo.
Manto com capuz8 m.c.
Peça de vestuário longa com capuz integrado, cobrindo o corpo e protegendo a cabeça. Versátil para uso urbano e em viagens, disponível em tecidos de variada qualidade.
Par de botas5 m.c.
Calçado robusto de couro costurado até os tornozelos. Proteção básica para os pés em terrenos irregulares e condições de trabalho cotidiano.
Par de botas de couro1 m.p.
Botas de couro curtido de qualidade superior, com solado reforçado e cano alto que protege a canela. Mais duráveis e confortáveis que as botas básicas.
Par de botas para Cavalaria5 m.p.
Botas altas de couro rígido projetadas para uso em estribos, com cano que protege a canela e encaixe para esporas. Símbolo da cavalaria montada.
Par de botas para Infantaria5 m.p.
Botas resistentes de sola grossa e couro espesso, projetadas para marchas longas em terrenos difíceis. O calçado padrão de soldados de infantaria em campanha.
Par de luvas3 m.c.
Luvas de tecido fino para proteção básica das mãos contra frio e abrasão. Item de vestuário comum em regiões de clima temperado durante o inverno.
Par de luvas de couro5 m.c.
Luvas de couro resistente que protegem as mãos durante trabalho com ferramentas, armas e escalada. Mais duráveis e protetoras que as luvas de tecido.
Par de luvas metálicas (manoplas)2 m.p.
Luvas de metal articulado que protegem as mãos em combate, dobrando como arma de soco. Equipamento de cavaleiros e guerreiros pesados.
Par de sandálias2 m.c.
Calçado aberto de couro ou palha preso aos pés por tiras. Adequado para climas quentes e terrenos secos, popular em populações costeiras e de regiões áridas.
Pele de animal selvagem5 m.p.
Pelagem de animal silvestre curtida ou simplesmente seca, usada como vestimenta rústica ou cobertura. Apreciada por tribos bárbaras conforme o animal — urso, lobo ou veado.
Roupa comum3 m.c.
Vestimenta básica de tecido simples — camisa, calça e cinto — sem adornos ou distinção de classe. O traje cotidiano da maioria da população de Tagmar.
Roupa de linho12 m.c.
Vestimenta de linho leve e respirável, adequada para climas quentes. Mais refinada que a roupa comum, associada a artesãos e comerciantes de posses moderadas.
Roupa intima1 m.c.
Peças de tecido macio usadas diretamente sobre a pele — camisola, meias e cuecas. Essencial para o conforto em longas jornadas e sob armaduras.
Roupa para inverno2 m.p.
Conjunto de vestimentas acolchoadas e forradas para uso em baixas temperaturas. Indispensável em regiões montanhosas e durante os meses de inverno rigoroso.
Roupa tingida6 m.c.
Vestimenta de qualidade básica colorida com pigmentos naturais em tom uniforme. Mais cara que a roupa comum, indica algum cuidado com aparência por parte do usuário.
Sobretudo3 m.p.
Casaco longo e pesado usado sobre outras vestimentas para proteção adicional contra frio e intempéries. Associado a viajantes e cidadãos de posses.
Tecido bom (1 metro)5 m.c.
Metro de tecido de lã ou linho de qualidade superior para confecção de roupas e reparos. Ponto de partida para alfaiates que atendem clientes de classe média.
Tecido nobre (1 metro)5 m.p.
Metro de seda, veludo ou lã fina tingida em cores intensas. Matéria-prima para trajes de nobres e dignitários, de custo elevado e disponibilidade limitada.
Traje nobre (pronto)30 m.p.
Conjunto completo de vestimentas elaboradas para ocasiões formais — túnica bordada, calças ajustadas, casaco com detalhes e sapatos de couro fino. Confeccionado para uso imediato.
Armaduras, Elmos e Escudos
13Cota de malha completa60 m.p.
Proteção corporal formada por milhares de anéis metálicos entretecidos, cobrindo o corpo inteiro do pescoço aos joelhos. Oferece boa resistência a golpes cortantes ao custo de peso considerável.
Cota de malha completa para montaria (elmo incluso)15 m.o.
Conjunto de malha de anéis metálicos especialmente adaptado para uso montado, acompanhado de elmo. Concebido para cavaleiros que precisam de mobilidade ao combater a partir de montarias.
Cota de malha para montaria80 m.p.
Versão da cota de malha projetada para uso em combate montado, com cortes que facilitam o posicionamento na sela.
Cota de malha parcial20 m.p.
Proteção em malha cobrindo apenas o tronco e os ombros. Mais leve que a versão completa, permite maior mobilidade em detrimento da proteção das extremidades.
Couraça completa20 m.o.
Armadura de placas de metal articuladas que cobre o corpo inteiro. Representa o ápice da proteção militar, usada apenas pelos guerreiros mais experientes e abastados.
Couraça parcial15 m.o.
Armadura de placas metálicas cobrindo o tronco e partes dos membros. Equilibra proteção e mobilidade de forma mais acessível que a versão completa.
Couro leve2 m.p.
Proteção simples feita de couro curtido costurado em camadas sobre o tronco. Oferece resistência básica contra cortes sem comprometer a agilidade do usuário.
Couro rígido10 m.p.
Proteção de couro tratado e endurecido por técnicas especiais de curtimento. Mais resistente que o couro leve, cobre tronco e ombros com boa mobilidade.
Elmo aberto2 m.p.
Capacete metálico que protege o crânio e a parte superior do rosto, deixando a face exposta. Amplamente usado por soldados que precisam de boa visão periférica.
Elmo fechado5 m.p.
Capacete de metal que cobre completamente a cabeça, com viseira articulada ou grades de proteção. Oferece proteção superior ao elmo aberto ao custo de visão e ventilação reduzidas.
Escudo de torre30 m.p.
Grande escudo retangular de madeira reforçada com metal, alto o suficiente para cobrir o corpo inteiro. Usado principalmente por infantaria pesada em formações defensivas.
Escudo grande15 m.p.
Escudo oblongo de madeira e couro reforçado, cobrindo da cabeça ao joelho. Oferece proteção substancial mantendo mobilidade razoável em combate.
Escudo pequeno2 m.p.
Escudo compacto de madeira ou metal preso ao antebraço. Ágil e versátil, adequado para bloqueios rápidos e ripostas em combate dinâmico.
Material Profissional
16Estojo de cirurgiaAnestésico (Feito de Beladona) doses maiores poderiam ser letais, ópio, láudano. Seringa, agulhas, serrote, cateteres, colher de flecha, linha, faca, panos limpos, etc.50 m.p.
Conjunto de instrumentos metálicos para procedimentos médicos — bisturis, pinças, agulhas e fios de sutura. Essencial para curandeiros e cirurgiões que operam em campo.
Estojo de primeiros socorrosBandagens, tala, pomadas cicatrizantes, agulha, fio, sal e etc.10 m.p.
Kit portátil com bandagens, unguentos, torniquetes e medicamentos básicos para tratamento imediato de ferimentos. Indispensável em expedições e campanhas militares.
Estojo para arrombamentoPé de cabra, martelo, haste de metal.10 m.p.
Conjunto de ferramentas finas — ganchos, alavancas e palhetas — destinado à abertura de fechaduras sem a chave original.
Estojo para disfarcesTinta facial, peruca, pó de arroz, acessórios e etc.25 m.p.
Coleção de perucas, tinturas, próteses de cera e cosméticos que permitem alterar a aparência facial. Usado por espiões, atores e ladrões experientes.
Estojo para higiene pessoalSabonete, pano de rosto, pente, palito de dente, repelente, pinico e etc.5 m.p.
Conjunto de utensílios para cuidados corporais — pentes, escovas, navalhas, sabonetes e perfumes. Sinal de asseio e refinamento pessoal.
Estojo para jogosDados, cartas, copos, peças e etc.1 m.p.
Coleção compacta de dados, cartas e peças de tabuleiro para entretenimento durante longas viagens ou estadias em acampamentos.
Estojo para pescaAnzol, linha, puçá, faca, tarrafa, rede, vara de pesca e etc.12 m.p.
Conjunto de anzóis, linhas, chumbadas e iscas artificiais para pesca em rios, lagos e mares. Permite complementar a alimentação em locais com recursos hídricos.
Estojo para trabalho em metalCarvão mineral, fole, fôrmas diversas, jogo de torquês, malho, martelos e pedra de amolar.50 m.p.
Conjunto de ferramentas para forja e acabamento de peças metálicas em campo. Permite reparos básicos em armas e armaduras durante expedições.
Estojo para trabalhos em madeiraMachadinha, serrote pequeno, cola, pregos, martelo, drena, plaina e etc.30 m.p.
Coleção de formões, serras, lixas e grampos para carpintaria básica. Útil para reparos estruturais e fabricação de cabos de ferramentas.
Estojo para trabalhos manuaisAgulha, barbante, cola, dedal, fios, linhas, martelinho, navalha, tachas e tesoura.3 m.p.
Kit de agulhas, fios, dedais e tesouras para costura e reparos em tecidos e couro. Indispensável para manter vestimentas e equipamentos em condições de uso.
Material completo para construção, agricultura ou mineraçãoPá, balde, picareta, inchada, arado, peneira, vassoura, roldanas, cordas, gancho e etc.80 m.p.
Conjunto abrangente de ferramentas pesadas — picaretas, pás, enxadas e martelos — para trabalho em terra, pedra ou madeira em grande escala.
Material completo para escalada100 metros de corda, ganchos, 10 pítons, e etc.20 m.p.
Equipamento para ascensão em superfícies verticais — cordas, grampos, pitões e mosquetões. Essencial para exploração de montanhas, ruínas e masmorras de paredes lisas.
Material completo para laboratório de venefício, herbalismo ou de alquimiaAlmofariz ou pilão; balança; colheres de tamanhos variados; facas de tamanhos diferentes; frascos de vidro, de tamanhos e formas diferentes; fogareiro a óleo; funis; lamparina; panelas de cobre e de barro; tigelas de madeira ou cerâmica; etc.20 m.p.
Alambiques, cadinhos, vidrarias, balanças de precisão e reagentes básicos para preparação de poções, venenos e substâncias alquímicas.
Material completo para montariaCela, cabresto, ferradura, rédeas e etc.12 m.p.
Sela, estribos, bridão, arreios e bolsas de armazenagem adaptados para equitação confortável e eficiente em longas jornadas.
Material completo para trabalhos em metaisBigorna, fornalha e estojo para trabalho em metais. Este conjunto não pode ser transportado.10 m.o.
Conjunto robusto de ferramentas de ferraria — bigorna portátil, martelos, tenaz e moldes — para fabricação e reparos de peças metálicas no campo.
Material para Destravar FechadurasGazuas, alicates, serra pequena, lima, pó de chumbo negro, grafite, etc.3 m.p.
Conjunto especializado de ferramentas de precisão para manipulação de mecanismos de fechadura complexos. Versão mais refinada que o estojo de arrombamento.